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Ex Prefeitos

 

ERONILDO LOPES VALADARES
Nascimento: 16/09/1961
Naturalidade: Babaçulandia - TO
Estado Civil: Casado
Escolaridade: Ensino Superior Completo

 

Empresário no ramo de materiais para construção e gráfica, também atua no ramo agropecuário em Porangatu Go  e em  Araguaçu – TO, São Felix-PA na juventude, vendeu pão, engraxou sapato e trabalhou em oficina mecânica.

 

 

 

JOSE OSVALDO DA SILVA (2005-2008) e (2009-2012)

 

Mineiro de Lagoa Formosa, radicado em Porangatu desde 1979, para onde se transferiu aos 14 anos acompanhando os pais, José Osvaldo da Silva foi eleito prefeito em 2004 pelo PSDB. 

Aos 41 anos de idade, José Osvaldo da Silva começou a sua militância política há cinco anos, com um extenso currículo de serviços prestados na área social, como voluntário atuante nos movimentos de base, sendo inclusive ministro extraordinário da eucaristia da Igreja Católica Apostólica Romana.

Disputou o primeiro mandato eletivo em 2002, para deputado estadual. Apesar dos 15.604 votos não conseguiu se eleger.

José Osvaldo tem atuação no CEREA (Centro de Recuperação de Alcoólatras) de Goiás, onde ingressou como voluntário aos 18 anos de idade, quando o trabalho voluntariado não tinha o apelo que tem hoje, provocado principalmente pela mídia.

Detalhe: José Osvaldo nunca bebeu e nem teve problemas de alcoolismo em família.

O CEREA está estruturado em 55 municípios e possui 12 núcleos em Goiânia, com aproximadamente 150 mil pessoas ligadas à entidade.

José Osvaldo já foi presidente do CEREA de Porangatu, coordenador da Região Norte e coordenador distrital e vice-presidente nacional de 2000-2004.

Entre outras funções públicas, José Osvaldo foi diretor regional da CELG em Porangatu (2000-2002); presidente do time de futebol da cidade, o Porangatu Atlético Club(PAC) e diretor da Liga Desportiva de Santa Tereza, que dirigi o futebol da região norte de Goiás.

Porangatu contará com uma nova faculdade, da rede particular. A construção da Ferrovia Norte-Sul são bandeiras da região.

 

 

 

JÚLIO SÉRGIO DE MELO 'JULIO DA RETIFICA' (1996-2000) e (2001-2004)

 

O potencial cultural da cidade, que já era uma tradição, virou referência em todo Estado e fora dele.

A construção do Centro Cultural e a Mostra Nacional de Teatro de Porangatu mostraram que mesmo afastada dos grandes centros, a arte pode sim se desenvolver e envolver cada vez mais as pessoas, independente, se elas são ou não moradoras da cidade.

A formação pelo o esporte também foi uma das prioridades da gestão. Foi nesse período que aconteceu a construção da pista de skate e de quadras de esportes em bairros mais afastados, uma reivindicação antiga dos jovens porangatuenses.

Na educação foram feitas várias reformas, ampliações e construções de novas escolas tanto na zona urbana quanto na rural.

A saúde, a industrialização e o cuidado com bem público, como limpeza e o trabalho paisagístico chama a atenção de praticamente todos os outros Prefeitos da região, norte de Goiás.

 

 

 

LUIZ ANTONIO DE CARVALHO 'LUIZ DO GOTE' (1993-1996) e (1973-1977)

 

Mineiro de Termópolis, 'Luiz do Gote', chegou em Porangatu um ano depois de se casar, em 1968.

Antes de ser eleito prefeito participou como “cidadão interessado” na fundação do Rotary Club; Carpol; Associção Comercial e Sindicato Rural.

Depois de vencer as eleições, o então Prefeito Luiz Antonio deu início ao programa de crescimento e estruturação do município, uma marca da sua gestão foi a pavimentaçao asfaltica de várias ruas de Porangatu,um das exigencia de Luiz era que o asfalto fosse de qualidade.

Afim de demonstrar transparência, foi ele, quem instituiu o “Livro de Pontos” para todos os servidores municipais; implantou o Colégio de 2º Grau, hoje Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco.

Construiu 15 outras na zona rural; reforçou a frota de equipamentos de infra-estrutura; criou o Departamento Telefônico Municipal; na BR-153, construiu a ponte sobre o Rio Cana Brava, deu início a construção do prédio da Câmara Municipal; criou por lei e construiu a Biblioteca Municipal; deu início ao serviço de abastecimento de água no município, além de construir o Estádio Municipal, Deolino Franco de Souza.

 

 

 

JARBAS MACÊDO CUNHA (1989-1993)

 

“Filho” de Porangatu, Jarbas Macedo passou a infância brincando nas ruas estreitas e empoeiradas da Cidade Velha.

Seus estudos primários aconteceram na Escola Dona Gercina Borges Teixeira. Já o antigo secundário e o 2º Grau fez no Colégio Estadual Dr. José Ludovico de Almeida, em Anápolis.

Formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Goiás se especializou em construções de pontes, conservação e recuperação de estradas.

Graças a esse preparo, foi diretor do Consórcio Rodoviário (CRISA); diretor da Construtora Porto e vice-diretor do Colégio Rui Barbosa em Goiânia.

Na vida política seguiu os passos do pai, Pedro Pereira Cunha, que sempre teve destaque na vida pública porangatuense, sendo vereador em várias legislaturas.

Jarbas foi Presidente do Diretório Municipal do PMDB e em seguida foi eleito Prefeito pelo o próprio partido com  6.392 votos.

Durante seu mandato, Jarbas priorizou duas vertentes: a aceleração do processo de industrialização do município, criando o Distrito Industrial e a adoção de atitudes comunitárias, como os mutirões para construção.

Destacamos ainda a conclusão e inauguração do Hospital Regional; ampliação de várias escolas da zona rural e urbana; conclusão do prédio da EMATER-GO; construção da lavanderia pública na Praça do Milagre, instalação da Usina de Processamento de soja; construção de bueiros e quadras de esportes, além da pavimentação asfáltica de 4 mil metros do Setor Santa Luzia.

 

 

 

JOÃO GONÇALVES DOS REIS (1982-1987)

 

Com um primeiro mandato no currículo em 1970 o ex-prefeito João Gonçalves voltou a ocupar o cargo maior da Prefeitura Municipal,sendo eleito em 1982.

João Gonçalves procurou firmar o trabalho dos antecessores no objetivo de transformar Porangatu em um grande pólo comercial e político na região norte.

Pela Lei 613, o Prefeito criou a Associação dos Municípios do Médio Norte Goiano( AMENGO), com sede em Porangatu; construiu o Cemitério Novo; criou a Fundação Municipal de Ensino Superior; efetivou a instalação de energia elétrica da CELG nos Povoados de Linda Vista, Bonópolis e Azinópolis; construiu e equipou o Matadouro Municipal; duplicou a Rua Rio do Ouro; apoiou a Lei que transformava a Cidade Velha em Patrimônio Histórico Municipal; construiu a Escola Municipal de 1º Grau Francisco Borges da Silva; fez a instalação do Mercado Atacadista CEASA; ampliação da Faculdade FECELP; iniciou a implantação do Programa de Habitação Popular no setor Galiléia; iniciou as obras de urbanização da Lagoa Grande e do Hospital Regional, hoje Municipal; construiu a Cadeia Pública, Delegacia de Polícia, Posto Telefônico e Correios nos Distritos de Cruzeiro do Norte e Bonópolis, além de melhorar toda a infra-estrutura do Departamento de Saneamento Público de Porangatu, na aquisição de tratores; carro-pipa; carros de coleta de lixo; caminhões e moto-bombas.

 

 

 

TRAJANO MACHADO GOTIJO FILHO (1977-1983)

 

Mineiro de Bambuí, empresário, político de Tocantins e médico formado pela Escola Paulista de Medicina de Ribeirão Preto veio para Porangatu a convite do colega Dr. Visconde, médico conhecido pelos moradores da cidade em de 1962.

A princípio a intenção era apenas formar uma sociedade com mais outros dois doutores e alguns empresários locais na construção de um hospital, na época denominado Hospital e Maternidade São José.

Drº.Trajano, aqui se casou com a doutora Ana Braga, e como já trazia na bagagem a experiência de um mandato como prefeito de Tocantinópolis, não foi difícil pleitear a vaga da cadeira do poder executivo de Porangatu em 1977.

Foi eleito e sua administração teve como fatos principais a ampliação da rede elétrica em vários bairros da cidade; a construção do prédio da LBA; reforma da Feira de Artesanato, hoje “Centro de Tradições”; construção de 03 escolas na zona rural; aquisição do prédio do Banco do Brasil para o funcionamento da Prefeitura Municipal; implantação de mais de 400 mil metros quadrados de asfalto e calçamento; construção da Escola Maria das Graças; construção da Rodoviária Nova; construção do prédio da Faculdade (FECELP); construção do C.S.U.; incentivo à instalação da Fábrica da Coca-Cola.

 

 

 

JOAO GONÇALVES DO REIS (1970-1973)

 

Mesmo tendo nascido em uma fazenda próxima de Porangatu e vivido a infância nas redondezas, a carreira política de João Gonçalves teve início em Anápolis, cidade onde concluiu o curso ginasial em 1953.

Pouco depois, ainda em Anápolis, foi Presidente do Grêmio Lítero Castro Alves e um dos fundadores da União Independente dos Estudantes de Anápolis (UIEA).

Após se casar com a jovem Edeltes Gomides, João Gonçalves mudou-se com a família para Porangatu. Dos cinco filhos, alguns ainda seguem os passos do pai no campo político, o ex Deputado Estadual Carlos Rosemberg é um exemplo.

Em Porangatu, participou da reunião para a fundação do MDB e do PMDB local. 

Em 1970, elegeu-se Prefeito e várias obras marcaram seu mandato, como, a construção da sede do Tiro de Guerra; a instalação da Escola Municipal Técnica de Comércio “Porantécnica”, uma necessidade para a época, que segundo o Prefeito daria qualificação à mão de obra local; adquiriu instrumentos musicais para a formação da Banda Municipal; criou a Bandeira e o Brasão do município; construiu 13 escolas na zona rural; em 1971,realizou a 1ª Exposição Agropecuária de Porangatu; construiu a sede dos Correios e Telégrafos; adquiriu uma casa para residência do Juiz de Direito da Comarca; instalou uma fábrica de tubos e pré-moldados; ampliou a Escola Porantécnica e instalou a primeira “Sala de Leitura Pública” do município por meio de um convênio feito com o Instituto Nacional do Livro e Secretaria da Educação e Cultura do Estado de Goiás.

 

 

 

PEDRO TEIXEIRA FILHO (1966-1970)

 

Pedro Teixeira chegou em Porangatu em 1952 e antes de ocupar a cadeira do Executivo cumpriu dois mandatos como vereador.

Em 1966 foi eleito através do voto como o quinto Prefeito do município. Durante o mandato procurou dar continuidade as obras do seu antecessor.

Reestruturou o fornecimento de energia elétrica da cidade por meio de um único gerador; equipou o maquinário da Prefeitura com dois caminhões basculantes, patrol, pá carregadeira e tratores; reconstruiu várias pontes; abriu estradas na zona rural; construiu o Estádio Pedro Teixeira Filho; estendeu meio-fio em várias ruas da cidade; construiu escolas no Povoado da Serrinha e 119 casas foram erguidas através do convênio feito com a COHAB-GO.

 

 

 

MOACIR RIBEIRO DE FREITAS (1961-1966)

 

“Filho” de Niquelândia, Moacir Ribeiro morou em Uruaçu e em 1953 veio para Porangatu, onde exerceu primeiramente a função de comerciante e mais tarde, agropecuarista.

Em 1960 foi eleito Prefeito pelo PSD, tomando posse em 31 de janeiro de 1961.

Durante o mandato teve uma atenção especial pela a educação. Construiu duas unidades escolares, uma em Santa Tereza, outra em Novo Planalto, que na época era município de Porangatu; construiu uma unidade escolar em Serra de Campo; uma no Povoado do Estreito; outra em Linda Vista; outra no Povoado do Cruzeiro do Norte; ampliou a Escola Nossa Senhora da Piedade; construiu o novo prédio da Escola Dona Gercina Borges Teixeira, além da construção Escola D. Pedro II e da Escola Estadual de I Grau, hoje, Colegio Estadual Profº Waldemar Lopes do Amaral Brito.

Moacir Ribeiro de Freitas foi o Prefeito que deu o “ponta-pé” inicial ao processo evolutivo do município.

No setor rodoviário construiu as vias Porangatu-Cruzeiro do Norte; Porangatu-Novo Planalto; construiu também a ponte sobre o Rio Santa Tereza; reivindicou a instalação da SUCAM no município; legalizou terras de fazendas em litígio; comprou geradores de energia elétrica; ampliou o Fórum local; além de construir o Matadouro Municipal e o Parque Agropecuário Hilton Monteiro da Rocha.

 

 

 

EUZÉBIO MARTINS DA CUNHA (1953-1957)

 

Euzébio Martins iniciou sua carreira política no antigo PSD.

Em 1957, tornou-se chefe do Poder Exetutivo, sendo o segundo prefeito eleito. 
Com o apoio da maioria dos vereadores na época e dos seis únicos funcionários “públicos” que fizeram parte da sua administração, Euzébio Martins que havia recebido a prefeitura com 900 Cruzeiros, ao entregar ao seu sucessor, deixou a importância de 83 mil Cruzeiros nos cofres.
 

As principais obras de seu mandato foi à conclusão do prédio da Prefeitura, a construção do Fórum, a compra de 100 alqueires de terra para a ampliação da cidade nova, a compra de um trator TD-9, a compra de um caminhão GMC novo e a criação de várias escolas na zona rural de Porangatu.

 

 

 

ÂNGELO ROSA DE MOURA (1948-1952) e (1957-1961)

 

O goiano Ângelo Rosa nasceu em 1911 na cidade de Arraias, veio para o Povoado do Descoberto da Piedade em meados da década de 30 e faleceu em Porangatu, aos sessenta anos de idade.

Casou-se com Dona Maria Martins de Moura, mas nunca teve filhos. Nenzinha, Adelina Martins Cunha, filha somente de Dona Maria, era a pessoa com quem Ângelo Rosa exercitava uma presença paterna.

Sapateiro, dono de farmácia, loja de tecidos e armazém, onde comercializava principalmente peles de animais, foi eleito vereador em 15 de novembro de 1944.

Após a emancipação política do município, candidatou-se Prefeito, tendo como opositor Antônio Navarro. Vitorioso, compôs a Câmara Municipal com sete vereadores de seu partido, a UDN.

Ângelo Rosa foi eleito por duas legislaturas, foi o primeiro e nove anos depois se elegeu novamente, o terceiro Prefeito de Porangatu.

O município possuía 50 estabelecimentos varejistas, 16 veículos, 385 casas residenciais, 01 farmacêutico e 08 escolas de 1ª a 4ª séries com 754 alunos matriculados.

Além de construir e reconstruir várias pontes,escolas, construiu o cemitério, a cadeia e iniciou a construção da prefeitura, obras consideradas arrojadas para a época. 

O terreno onde hoje estão construídos a Igreja Matriz e a Casa Paroquial foi doado pela a prefeitura na segunda gestão de Ângelo Rosa.

 

 

 

ADELINO AMERICO DE AZEVEDO (1948)

 

Nasceu em 10 de outubro de 1901 na cidade de São José do Ouro, atual Dianópolis/GO, o lavrador veio para Porangatu na época de uma grande revolta entre duas famílias pioneiras na cidade, com ele vieram os oito irmãos.

Logo se entrosou com as famílias do Descoberto, casando-se em seguida com Júlia Pereira de Oliveira, com quem teve cinco filhos.

Adelino era popular e tinha prestígio político, contribuindo assim para o desenvolvimento de Porangatu. 

Foi presidente do Partido Majoritário, PSD e depois MDB. Antes de ser nomeado prefeito, além de ter sido um dos primeiros professores do povoado, foi delegado e juiz distrital até a data do seu falecimento, em 29 de outubro de 1964.

Apesar de existirem poucos documentos oficiais sobre seu mandato, seu trabalho está registrado na história da cidade. Como homenagem e reconhecimento do seu amor à Porangatu, foram feitas duas homenagens, colocando o seu nome na principal avenida do município e numa escola municipal no Povoado da Grupelândia.

Porangatu, era distrito de Uruaçu, na verdade ele foi um sub prefeito, que representava o municipio junto ao Estado de Goiás, onde ouvia as reivindicações da comunidade e buscava solucionar junto ao  Governador da época, Jerônimo Coimbra Bueno(1948).

 

 

Fonte: http://www.camaraporangatu.go.gov.br/prefeitos